Fragments no Android: o que são e como tirar o melhor proveito deles

Como gerenciar um volume considerável de conteúdos, diferentes entre si, na tela de um tablet ou smartphone Android? O que antes causava um certo transtorno ao desenvolvedor, a partir do Honeycomb passa a ser administrado pelos Fragments. Basicamente, os fragments servem para representar uma parte da interface da tela em particular. São “mini-activities” que executam dentro de uma activity principal, conhecida como “activity-host”, e possuem um ciclo de vida bem definido: create/pause/resume/destroy. “A ideia dos fragments é quebrar o aplicativo em componentes que a gente possa reutilizar, e tirar essa lógica da activity”, explica Ricardo Lecheta, em sua palestra sobre o tema na AndroidConf Brasil 2011.

Essa API trabalha de forma independente de outros fragments e activities e uma de suas características mais importantes na otimização do trabalho é o fato de possuir um design modular que pode ser reaproveitado tanto para smartphones como para tablets Android.

XML versus API

Uma das formas de inserir um fragment na tela é via .XML. Também existe a possibilidade de utiliza-lo através de transações (FragmentTransaction), para adicionar fragments dinamicamente na tela. “Se você tem um layout fixo que não muda nunca, é recomendado utilizar a primeira forma, que é por XML. Mas se você tem um layout muito dinâmico, que remove um fragment, coloca outro no lugar e assim por diante, é recomendado utilizar transações”, sugere Lecheta. Outro conceito explorado por ele na apresentação foi a de “back stack”, que armazena a pilha de execuções de cada FragmentTransaction.

Assista ao vídeo com a íntegra da palestra de Ricardo Lecheta – totalmente “hands on” – na AndroidConf Brasil 2011 para ver demos de como implementar os fragments em diferentes situações:

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